Psicóloga · Atendimento online
Terapia com profundidade e presença para quem pensa (e sente) demais.
Sou Renata Franco, psicóloga há 15 anos. Atendo online jovens e adultos que cansaram de dar conta de tudo sozinhos e querem um lugar pra olhar a própria vida com mais calma.
- CRP 06/106083
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
- Online para todo o Brasil
o que fica pra trás?
O que fica para trás quando você tenta dar conta de tudo?
Às vezes é o sono.
Às vezes é o corpo, que avisa antes da cabeça.
Às vezes é a gente mesmo, soterrado embaixo da lista de tarefas.
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Ansiedade
A cabeça que não desliga, o peito apertado, o ensaio infinito de conversas que nem aconteceram.
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Autocobrança
A régua que sobe toda vez que você chega perto dela. Nunca está bom o suficiente, nunca está pronto.
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Sobrecarga e trabalho
O trabalho que invade a noite, o fim de semana, o descanso. E a culpa quando você tenta parar.
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Relacionamentos
Conversas difíceis, padrões que se repetem, a sensação de estar sempre se ajustando ao outro.
Se alguma dessas frases te descreveu, talvez seja um bom momento pra gente conversar.
Quero conversar
sobre mim
Prazer, Renata.
Desde pequena, sinto e penso a vida com profundidade.
Gosto das perguntas que não se resolvem depressa, da poesia que aparece nas coisas pequenas e da possibilidade de olhar de novo para aquilo que parecia já ter uma forma definida.
Foi desse interesse pelas muitas camadas da experiência humana que me aproximei da Psicologia.
Formada pela UFSCar em 2009, tenho especialização em Terapia Comportamental e em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT).
E, como eterna perguntadeira, sigo estudando! Mais recentemente, iniciei minha formação em Somatic Experiencing®, uma abordagem que inclui o corpo na terapia como parte da escuta.
Acompanho pessoas em seus processos desde então, com a convicção de que minha sensibilidade e estudos não precisam caminhar separados.
Fora do consultório, encontro companhia na música, no meu cachorro, nas árvores, no céu e nos lugares onde posso olhar a vida sem tanta pressa.
Acredito numa terapia que não exige respostas prontas nem uma versão melhorada de quem você é. Um espaço para olhar para a própria história com curiosidade, acolher o que dói e descobrir outras maneiras de navegar.
formação
- Psicologia Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), 2009
- Especialização em Terapia Comportamental
- Especialização em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
- Em formação em Somatic Experiencing®
- CRP 06/106083
um pouco de mim
01 / 10
como funciona
Terapia é uma travessia.
Gosto de pensar o processo terapêutico como atravessar um mar. A gente não controla o tempo nem as ondas, mas pode aprender a ler o vento, ajustar a vela e escolher pra onde remar.
E a ACT?
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT, do inglês Acceptance and Commitment Therapy) é uma abordagem psicológica baseada em evidências que ajuda a desenvolver flexibilidade psicológica: a capacidade de lidar de outras maneiras com pensamentos, emoções e situações difíceis, sem perder de vista o que importa para você.
Muitas vezes, quando algo dói, nossa primeira reação é tentar fazer essa dor desaparecer. Evitamos situações, lutamos contra pensamentos, adiamos decisões ou esperamos nos sentir confiantes para dar um passo. Às vezes, essas tentativas nos aliviam momentaneamente, mas acabam restringindo nossa vida.
Na ACT, não trabalhamos para eliminar todos os pensamentos desconfortáveis ou garantir que você se sinta bem o tempo todo. O trabalho é aprender a reconhecer o que acontece dentro de você, abrir espaço para experiências que você não escolheu sentir e perceber que um pensamento ou uma emoção não precisa decidir, sozinho, o que você faz.
Também olhamos para aquilo que dá sentido à sua vida: as relações que deseja cultivar, a pessoa que quer ser, o que considera importante e os caminhos que gostaria de construir. A partir daí, buscamos ações possíveis e coerentes com esses valores, mesmo quando há medo, dúvida ou desconforto.
Isso não significa aceitar tudo o que acontece ou desistir de mudar as circunstâncias. Significa aprender a distinguir o que está ao nosso alcance transformar, o que precisamos enfrentar e o que não conseguimos controlar.
A terapia é um espaço para experimentar essas possibilidades, no seu ritmo, com curiosidade e sem a exigência de acertar sempre.
Procuro despir-me do que aprendi, Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, Desembrulhar-me e ser eu…
Terapia não é pintar uma cor nova por cima. É raspar, com paciência, as camadas de tinta que foram colocando em você.
Como navegamos?
“Navegar é preciso. Viver não é preciso.”
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1. Profundidade
Terapia com base comportamental, escuta que não separa a dor individual da coletiva, e um olhar atravessado pela própria dor e poesia de ser humano.
Sensibilidade e ciência caminhando juntas.
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2. Processo
Não tem linha de chegada nem garantia de mar ameno.
Rasgar algumas cartilhas antigas, olhar para os próprios valores, entender quem você foi, quem é, e quem quer se tornar. Um processo que avança, recua, aprofunda. Aprender a usar o remo (e, quando faltar, as próprias mãos e pés).
Ir além, mas também poder se jogar no mar e flutuar.
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3. Presença
Como terapeuta, proponho estar com você, não à frente.
Um convite para estarmos, juntas, neste olhar para si: o que a mente diz, e o que ainda não encontrou palavra. Abrir espaço para emoções, suspiros, desvios e silêncios que também fazem parte da travessia.
- Online, de onde você estiver
- Horários das 7h às 21h
- Terapia individual para jovens e adultos
- Nota fiscal e documentos para reembolso
Antes de entrar, a sala de espera.
Montei uma sala de espera virtual, pensada como um convite carinhoso a quem chega.
Um lugar no “entre”: o mundo lá fora e o mundo aqui dentro.
Respire fundo. Sério, respire.
Dá play num som, puxa um texto da biblioteca
ou só fica em silêncio por alguns instantes.
Esse espaço é seu, mesmo que você ainda não seja paciente.
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Ouvir
aperta o play do descanso
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Ler
pequenas explosões na mente
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Visitar
viagens for free
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Inspirar
tudo é poesia, afinal
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Meditar
respiro guiado
Pode perguntar!
Como sei se preciso de terapia?
Não existe um “ponto certo” para começar. Se você sente (e pensa) demais, está em meio a mudanças, dores ou perguntas sem resposta, já é motivo suficiente. Algumas pessoas chegam à terapia com um baita problema para se debruçar; outras querem apenas se conhecer mais.
Como funciona a terapia com você?
Trabalho com base na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), uma abordagem com evidência científica que ajuda a agir de acordo com o que realmente importa para você, mesmo com a mente cheia de ruído. O processo não tem prazo fixo: cada pessoa tem seu próprio ritmo, e vamos revisando o percurso à medida que caminhamos. As sessões ocorrem online, com duração de 50 a 60 minutos.
Como é a primeira sessão?
Vou perguntar o que lhe trouxe à terapia. Não existe jeito certo de responder: você pode falar o que vier à cabeça na hora, trazer anotações ou simplesmente abrir o coração. Conduzo a sessão com algumas perguntas e, ao final, apresento uma proposta de trabalho para nós. Tento sempre separar uns minutinhos finais para dúvidas.
Para esse primeiro encontro, peço que separe um pouco mais de 1 hora do seu tempo.
Você atende convênios?
Não atendo convênios diretamente.
O que faço é emitir a nota fiscal e os documentos necessários para você solicitar reembolso junto ao seu plano de saúde. Muitos planos cobrem parte do valor; vale a pena consultar o seu.
As sessões são presenciais ou online?
Por enquanto, atendo só online, via Google Meet.
Qual o valor da sessão?
Por orientação do Conselho Federal de Psicologia, não divulgo valores publicamente. Entre em contato pelo WhatsApp que te respondo certinho e já aproveitamos para combinar um horário, se fizer sentido.
Que questões podemos trabalhar na terapia?
Ansiedade, autocobrança, dificuldades nos relacionamentos, sobrecarga, mudanças e perdas são algumas das questões que podem aparecer na terapia. Mas não existe uma lista fechada de motivos para buscar acompanhamento psicológico.
Às vezes você sabe nomear o que está difícil. Em outras, percebe que algo não vai bem, que certos padrões se repetem ou que a vida já não faz tanto sentido, sem conseguir explicar exatamente por quê.
quando quiser
É só chamar.
Mandar a primeira mensagem às vezes é a parte mais difícil. Pode ser curta, pode ser só um oi. Eu respondo com calma.